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Dia do químico teve comemoração acadêmica e cultural, no Campus Floresta

Na tarde do dia 09 de junho ocorreu no auditório do campus Floresta do IF Sertão-PE o 2º "Arraiá Qui-Alegria", organizado pela equipe do Projeto de Iniciação à Docência- PIBID do curso Superior de Licenciatura em Química. O evento teve o objetivo de comemorar de forma acadêmica e cultural o dia do químico, que será no próximo dia 18, com palestras e mesa redonda sobre o PIBID e o potencial que o programa tem de influenciar positivamente o aprendizado dos futuros professores de química; apresentação de experimentos científicos, e ainda um congraçamento entre os alunos e professores do IF Sertão-PE e convidados.


Os alunos da licenciatura em química lotaram o auditório do campus Floresta para saber mais sobre o PIBID

O evento teve início com a formação da mesa dos trabalhos, com representantes das escolas atendidas pelo PIBID no município de Floresta, e dos departamentos do IF Sertão-PE. Em seu discurso a Chefe do Departamento de Ensino e Professora de química Wilma Campos, se dirigiu aos alunos do curso de licenciatura para falar sobre o diferencial que o PIBID pode oferecer na formação. “No PIBID você tem contato com os alunos nas escolas e aprende a ensinar, enquanto os alunos tem contato com vocês, novos profissionais com novas metodologias, assim o ensino vai evoluindo, e vocês são o perfil desses novos profissionais”, afirmou.

Na sequência o professor de química e aluno egresso do campus Floresta do IF Sertão-PE, Heberton Eugênio, ministrou a palestra “Contribuições do PIBID para a formação docente”. O professor falou das experiências que vivenciou enquanto aluno do IF Sertão-PE, como por exemplo a oportunidade de estudar 2 anos na China, dentro do programa Ciências Sem Fronteiras. Sobre o PIBID Heberton deu dicas para os alunos conhecerem melhor o público discente, e ressaltou o potencial do projeto para estimular a formação de docentes em nível superior para a educação básica, elevar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura proporcionando a integração entre a educação superior e a educação básica, e dar a oportunidade aos licenciados de criar e participar em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar.


Para Heberton “o PIBID ajuda muito os futuros professores a se aprimorarem no processo de sair da condição de aluno de licenciatura, chegar na frente de uma classe lotada e ministrar uma aula. No PIBID se adquire bagagem científica e aprende que não importa a simplicidade da experiência, os alunos vão prestar atenção, vão querer adquirir todo o conhecimento que for demonstrado de forma inovadora”, disse o docente.


A professora Ana Patrícia, docente do campus Floresta do IF Sertão-PE, mediou a  mesa redonda “PIBID: Uma iniciação à docência” que teve como integrantes o Profº Amaro José, da Escola de Referência em Ensino Médio João Batista de Vasconcelos, do município de Tacaratu; o Profº Raí Michel, da escola privada Universo Infantil e a Profª Mirla Gardênia, do IF Sertão-PE, em um debate sobre as relevância do PIBID para os alunos da graduação e o para o público-alvo. 


Professores afirmaram que o PIBID foi relevante na formação como docentes

O professor Amaro, que participou do PIBID por 8 meses, afirmou que a oportunidade foi interessante. “Faz com que você amadureça na profissão, o PIBID oferece um leque de opções para isso, como por exemplo perder a timidez de falar em público. Como profissional o programa na minha vida foi fundamental”. Já o professor Raí Michel iniciou o trabalho no PIBID logo no primeiro período da licenciatura em química, e conta que viu no programa um incentivo à permanência no curso, “logo nos primeiros meses de curso o PIBID me fez adquirir a identidade de docente, eu consegui me ver como professor. E ainda me proporcionou uma gama de conhecimentos através da participação em eventos, aplicação de projetos e ajudou muito em minha formação”, afirmou o docente.

A professora Mirla Gardênia participou do PIBID na Universidade Federal de Rondônia, onde cursou a licenciatura em química, e afirmou que o PIBID a estimulou a criar novas formas de ensinar, “o que contribuiu muito na minha formação foi essa parceria com o professor que me permitiu levar experimentos que podiam ser realizados na sala de aula, e que fossem de baixo custo. Além de tentar elencar o que a química tem a ver com o cotidiano do aluno. O que eu vivi no PIBID foi o que trouxe de bagagem para, hoje, ensinar no Ensino Médio”.



Os experimentos não poderiam ficar de fora do "Arraiá da Qui-Alegria".

Após a mesa redonda teve início no hall do IF Sertão-PE a Mostra Didática, na qual os alunos do curso de Química expuseram diversas metodologias que podem ser empregadas no ensino da química, e que são facilitadoras do aprendizado com capacidade para chamar a atenção dos alunos para as temáticas da disciplina. Em clima de “Arraiá” as brincadeiras lembravam muito as tradicionais das festas juninas, como pescaria, arremesso de argola, dentre outras.


O jogo de dominó com os elementos químicos fez sucesso durante a Mostra.

Montar a tabela periódica, jogar dominó encaixando os símbolos com o nome do elemento químico correspondente, aprender sobre a química envolvida nos sentimentos também foram desafios propostos ao público presente. E após as brincadeiras a comemoração do dia do químico terminou em quadrilha e comidas típicas.


E a turma do PIBID comemorou o dia do químico com quadrilha e comidas típicas juninas.

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