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Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica completa 109 anos de conquistas e desafios

No último domingo, 23 de setembro, foram comemorados os 109 anos da educação profissional no Brasil. A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica congrega todo o país na missão de formar cidadãs e cidadãos preparados para os desafios atuais do mundo do trabalho e da vida em sociedade, promovendo a inclusão e desenvolvendo competências para o progresso do Brasil.

No mês de dezembro, os Institutos Federais comemoram 10 anos de fortalecimento da Educação Profissional, Científica e Tecnológica no Brasil.

No longínquo 23 de setembro de 1909, o então presidente da República, Nilo Peçanha, criou as Escolas de Aprendizes Artífices, que tinham como objetivo oferecer ensino profissional primário e gratuito e formar operários por meio de ensino prático e conhecimentos técnicos. Em 1959, essas Escolas foram transformadas em Escolas Técnicas e Agrotécnicas Federais e em seguida, em Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets). Há dez anos, a maioria dos Cefets tornou-se Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. Atualmente, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica conta com 38 Institutos Federais, dois Cefets, sendo um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais, além do Colégio Pedro II, também no estado do Rio.


Presidente do Brasil nos anos 1909 e 1910, Nilo Peçanha é considerado o Patrono da Educação Profissional e Tecnológica brasileira.

Nilo Peçanha

Primeiro e único presidente negro que o Brasil já teve, Nilo Procópio Peçanha nasceu no dia 2 de outubro de 1867, em Campos dos Goytacazes-RJ. De família humilde, filho do padeiro Sebastião de Sousa Peçanha, conhecido como Sebastião da Padaria, e de Joaquina Anália de Sá Freire, Nilo Peçanha concluiu o ensino básico no Colégio Pedro II, que hoje integra a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Em seguida, partiu para Pernambuco, onde formou-se advogado na Faculdade de Direito do Recife, período após o qual retornou para o Rio de Janeiro, onde exerceu a advocacia e o jornalismo como profissão. Na época, foi vítima de preconceito em virtude da cor de sua pele e de sua origem pobre, o que não o impediu de lutar em defesas dos ideais abolicionistas e republicanos. Sua carreira política teve início em 1890, quando foi eleito deputado federal. Foi presidente do estado do Rio em 1903 e vice-presidente da República entre 1906 e 1909. Com a morte do presidente Afonso Pena, assumiu o país de 1909 a 1910, quando fomentou o ensino profissional no Brasil. Foi ainda senador da República entre 1914 e 1917, e ministro das Relações Exteriores nos anos de 1917 e 1918. Defendeu a educação como o caminho mais objetivo para a transformação e a prosperidade da sociedade, sendo considerado o Patrono da Educação Profissional e Tecnológica do Brasil.

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